terça-feira, 12 de agosto de 2014

A “quilha” da razão abre caminho e avançamos sabendo que o conceito absoluto de liberdade é destituído de respaldo na realidade física. Viver em sociedade nos impede de realizar conceitos absolutos. Não somos livres para morrer, assim como não somos livres para nascer. Somos livres, sim, para odiar e para amar. Ser absolutamente livre, em seu sentido lato, é estar... morto! Temos que aprender que ser livre é ter consciência de qual é a nossa prisão! Enquanto habitarmos um mundo em que a cada dois segundos morre uma criança; enquanto habitarmos um planeta que gasta um trilhão de dólares por ano em armamentos; enquanto não aprendermos a perder, estaremos apenas nos exercitando, ensaiando, para sermos livres.

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