Os símbolos nacionais são ícones que representam uma dada
parte da área da Terra e a respectiva parcela de humanos que a habita – um país
e seu povo (e, claro, um estado, um município, uma empresa...). Por que, então,
os símbolos nacionais são tão desprezados, atacados e ridicularizados aqui no
Brasil? Em primeiro lugar não reconhecemos nossos símbolos porque não nos
sentimos um povo, portanto não somos uma Nação, passamos perto de um país.
Nosso hino nacional, sem dúvida, o segundo mais bonito do Mundo, posto que o
primeiro, reconheço, é a Marselhesa, consegue mexer com nossos corações quando
tocado em estádios de futebol ou olímpicos, mas, nas escolas, tem educadores
que acham um absurdo, assim como a mídia. Acham mesmo? É evidente que não! As
críticas vêm de uma característica humana, cebolório. Por que? Porque é preciso
que seja assim. Para vingar, o primeiro passo da esquerda deve ser desmontar o
nacionalismo para inculcar uma ideologia. A esquerda é delirante e tem, por
utopia, conquistar o mundo. Assim que um “caudilho déspota” (perdoem o
pleonasmo, mas aqui é um reforço semântico) senta-se no trono, muda as cores da
bandeira. Aconteceu com a China, com a União Soviética e outros países. O ponto
aqui discutido é que o símbolo “nacional” deixa de representar o povo e passa a
representar a ideologia. Alguém aqui sabe como era a bandeira da Alemanha
durante o nazismo? Só nos lembramos da bandeira com a suástica, a ideologia. As
ideologias, assim como as religiões têm a “pulsão” de se expandir. Os governos
de esquerda são expansionistas. O Maduro e o índio bobão da Bolívia querem uma
América do Sul bolivariana! A Rússia quis a (des)União Soviética, mas pensem em
Cuba. O Fidel nunca teve a pretensão de expansão de território e, assim, foi a
única ditadura de esquerda que não mudou a Bandeira! Ela data de 1850!
Entendo ser esse o motivo hipócrita e torpe das críticas de
se cantar o Hino Nacional nas escolas, vai que as crianças gostem!!! Vai que as
crianças comecem a perceber que o chão que elas pisam foi pavimentado com
sangue e suor de trabalhadores compulsórios ou não. Vai que uma criança negra
se dê conta que ela está ali cantando o Hino porque alguns ancestrais deram seu
sangue e seu trabalho para ajudar a construir essa terra. Vai que uma criança
indígena se dê conta que ela está ali cantando o Hino porque alguns ancestrais
deram seu sangue e seu trabalho para resistir a colonos prepotentes que só
queriam extrair, sem construir. Vai que uma criança de origem italiana, ou
portuguesa, (como eu!) se dê conta que ela está ali cantando o Hino porque
alguns ancestrais deram seu trabalho para resistir à fome que se alastrava em
uma Europa ferida de morte!
Eles não querem correr esse risco, o sentimento de ligação
com a terra é o “antídoto” para curar essas ideologias irreais,
preconceituosas, imaturas, mentirosas que tanto fascinam alguns universitários
e educadores que, certamente, não cantaram o Hino na escola primária!
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