Estive pensando na relatividade das coisas. Um bebê é
pequenino para nós, mas é gigante para uma formiga; nós somos grandes, mas
perto de uma baleia azul somos anões; a Terra é enorme para um viajante, mas é
pequenina para o Sol. O Sol é uma estrela enorme para nós, mas é anã para
Aldebarã; uma formiga é pequena para um bebê, mas é gigante para uma bactéria,
que é gigante para um vírus, que é gigante para um nêutron, que é gigante para
um quark. Para o outro lado é a mesma coisa, nosso sistema planetário é
gigantesco para um astronauta, mas é um ponto para nossa galáxia; que, por sua
vez é muito pequena para o Universo. A maior coisa que conhecemos é o Universo
e a menor é um quark. Nós? Somos prisioneiros entre duas infinitudes! É muito
bom saber disso, porque relativiza nosso relacionamento com os pequenos,
mostrando que no topo da pirâmide está o Universo. Nunca vi um quark. Nunca vi
o Universo. O bom é que posso pensar nos dois e descobrir que tenho o pequeno
em mim e que faço parte do grande!
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