terça-feira, 12 de março de 2019

Não somos vira latas!


Estive pensando na relatividade das coisas. Um bebê é pequenino para nós, mas é gigante para uma formiga; nós somos grandes, mas perto de uma baleia azul somos anões; a Terra é enorme para um viajante, mas é pequenina para o Sol. O Sol é uma estrela enorme para nós, mas é anã para Aldebarã; uma formiga é pequena para um bebê, mas é gigante para uma bactéria, que é gigante para um vírus, que é gigante para um nêutron, que é gigante para um quark. Para o outro lado é a mesma coisa, nosso sistema planetário é gigantesco para um astronauta, mas é um ponto para nossa galáxia; que, por sua vez é muito pequena para o Universo. A maior coisa que conhecemos é o Universo e a menor é um quark. Nós? Somos prisioneiros entre duas infinitudes! É muito bom saber disso, porque relativiza nosso relacionamento com os pequenos, mostrando que no topo da pirâmide está o Universo. Nunca vi um quark. Nunca vi o Universo. O bom é que posso pensar nos dois e descobrir que tenho o pequeno em mim e que faço parte do grande!

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